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13 DE AGOSTO DE 2017 - Maria Cristina



São Paulo, 13 de agosto de 2017.

Dia dos pais aqui abaixo da linha do Equador. Data comercial para uns, sem sentido para outros e pra mim, só mais uma entre tantas para festejar.

O que eu tenho pra dizer é simples, mas vem do coração.
Passemos, então, às comemorações:

- Feliz dia do "pode ir sossegada";

- Do "vai com calma";

- Do "Não adianta afobar";

- Do "Eu fico emocionado...";

- Do "Está na área, Melzinha?";

- E ainda do "Não faça como eu fiz."


Feliz dia àquele que foi o meu primeiro grande amor, que por tantas vezes chamou minhas bonecas de "Tripa".


Feliz dia dos pais para quem não me contava histórias de princesas, mas de gente de verdade. Que me fazia pensar sobre o que eu desejava da vida desde os quatro anos de idade.

Feliz dia para quem ouvia (e me fazia ouvir) Tom Jobim no último volume e Xuxa sem som.

Obrigada pelos poucos "nãos" que me disse, por incentivar escolhas, por me mostrar as consequências.

Obrigada por me encorajar, por me fazer pensar, por exigir de mim a crítica.

Obrigada por acreditar, por estar presente, por cuidar de mim. Pela prioridade, pelo amor, por me fazer ter esperança e por me falar do perdão.

Minha gratidão por eu ter o melhor pai que eu poderia imaginar.

Parabéns pelo seu dia, pai!





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